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meandmyboy

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Não há como não olhar.

Agosto 08, 2019

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Já é um hábito meu (sem querer intimidar ninguém) de olhar para os pés da pessoa. Opá é mais forte que eu. Cada vez que vou para o trabalho vejo muito aqueles chinelos da  "pixina" que vou ser franca eu abomino aquilo. Hoje vi dois pares que vieram até à cidade passear um pouco. Uns no pé de uma mulher tinham pelo, eram felpudos. O outro par também nos pés de uma mulher tinha uma citação "dream life" 😂 no pé direito dizia dream e no pé esquerdo dizia life.

Filhas se eu tivesse que sonhar com a vida seria com um calçado mais apropriado, até porque hoje chove e vocês vieram para a rua com uns chinelos da "pixina".

Assim os pés ficam lavadinhos, não é? Então, pois claro. 

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Mais uma semana.

Agosto 05, 2019

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Esta semana fiquei sozinha.

O Boy já foi mais quinze dias para o  pai e eu fiquei sem ele. Tenho sempre a minha mãe que como vocês sabem eu acabei por ficar cá desde a morte do meu pai. 

Fomos à praia ontem para aproveitar o sol, visto que no final da semana vai chover em alguns pontos do país, assim dizem os entendidos. O que tenciono fazer? Nada até porque vou trabalhar. Esta semana  folgo na sexta feira e hoje porque fazem o que querem. 

 E assim se passou o domingo. 

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Quando são indelicados comigo.

Julho 24, 2019

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Pois é, trabalhar no comércio tem destas coisas. 

Ontem enquanto atendia uma cliente e resolvia a situação da mesma apareceu-me um homem de origem oriental aos berros e a queixar-se que ninguém o atendia. 

-Não está aqui ninguém pala atendele. 

Eu- é só um pouco que eu... 

Ele-você não está a pecebele. Eu pleguntei se não está aqui ninguém, estou aqui à meia hola e ninguém me atende. 

Fiquei a olhar para ele e pensei: é que eu nem te vou dar resposta. E continuei a atender a minha cliente, que por sinal ficou chocada com esta atitude. Já nem vos falo do resto das pessoas, que olhavam para mim com pena porque estava a ser mal tratada. 

E eu? Que até agora não sei como me mantive tão calma com esta cena toda. 

Depois pus o meu sorriso na cara e dirigi - me a ele para saber o que ele queria. Ao qual ele me responde:aquela senhola está plimeilo. 

WTF para que foi aquele estrilho? Não percebo, a sério que não percebo. Lá registei o sapato da senhora e depois mais uma vez fui atender este traste. Fui ver a sandália para a filha, não tinha e depois registo a sandália da mulher dele e aí ela pergunta. 

Tem outlo pale novo(eles têm esta pancada, experimentam e depois querem novos na caixa) 

Eu: Não é só o que está na prateleira. 

É preciso ter lata depois de me terem humilhado ainda queria que eu fosse à procura de outro par novo, é que nem me dei ao trabalho e assim os despachei. 

Já estou numa fase que me estou a borrifar para gente mal criada. E também estou a ficar em ponto de rebuçado em relação a ter que bajular clientes.

P.... que os pariu. 

 

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Atender pessoas do mundo da arte.

Julho 16, 2019

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Sim ao longo destes anos de atendimento ao público tenho atendido umas caras conhecidas. Ai e tal é "fixe" atender gente famosa?

Não, não é. Somos sempre simpáticos e nem sempre é recíproco. Tem vezes que até são simpáticos mas depois de tanto mostrar tanta coisa não querem nada. Não têm muita disponibilidade financeira  para dispor por mísero par de sapatos, ou peça de roupa. Querem sempre algo que dê com tudo e mais alguma coisa. Fico a pensar, se querem algo que dê com tudo o que têm lá em casa será que esta gente tem mais calçado ou roupa na casa delas?

Desenganem-se que esta gente é rica. Aos meus olhos são muito ponderadas no que toca a gastar dinheiro. Também compreender-se hoje têm trabalho amanhã não se sabe. 

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Não sabem o que me passa na cabeça.

Junho 26, 2019

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Tem dias assim, estou assim meio amarga, meio sentimental. As lágrimas vêm me aos olhos com pouca coisa. A paciência é mínima, especialmente quando as clientes me pedem mil um modelos para experimentar. Gosto do que faço mas já são 20 anos ao balcão e as pessoas requerem muita psicología. Eu não tirei nenhum curso, muito menos nessa área, portanto só gostava que quando viessem à loja não fossem arrogantes, com ar superior a pedir sapatos e lamentarem-se porque é que fazem os sapatos com formas apertadas. Minhas "amigas" também não sei. Não sei, porque eu não estou ao lado do estilista quando ele está a desenhar o modelo de sapato. Mas eu tenho uma explicação, vocês não cuidam dos vossos pés que suporta o peso do vosso corpo e eles são muito importantes para o vosso bem estar. Se não procurarem um bom sapato os vossos pés ficam deformados e depois não entram nas sandálias. Se não fizerem isto enquanto eles estão bons, não se venham lamentar porque têm joanetes e nada cabe no calçado. Temos pena, eu vendo sapatos, além de não ser vossa psicóloga nem podologista eu sou a pessoa que está lá para vos dar os sapatos para eles vos proporcionarem uma sensação de beleza e poder.

Não me moam a paciência. 

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Mais uma voltinha

Junho 24, 2019

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Mais uma semana e a minha é do demo, começam os saldos na quinta feira. Já não tenho idade para isto, nem paciência para tanto stresse. As mulheres andam com um feitiozinho de merda. Sim disse merda isto é o meu canto e falo o que me vai na alma. Estou farta de ouvir lamentações, de mimimis, de andarem sempre a queixarem-se com lamentação à mistura de que nós quando chegamos aos saldos não temos números de sapatos. É normal minha gente, nós vendemos todo o ano, e graça a Deus que há gente que não espera pelos saldos, caso não saibam nós precisamos de trabalhar o ano inteiro, logo nos estamos à vossa espera o ano inteiro. 🤦‍♀️

Já não tenho pachorra para andar sempre atraz a arrumar o que as clientes desarrumam. Agarram num sapato e separam-no do irmão dele, depois tenho um pé daquele modelo numa ponta da loja e o outro que às vezes é o da etiqueta está no outro lado oposto da loja. Já não aguento e estou a ponderar muita coisa na minha vida. 

Pronto já desabafei por hoje amanhã há mais. 

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E voltamos a depressão

Junho 19, 2019

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Pois, voltei ao trabalho no domingo passado. Com a notícia de que a minha colega M ía embora, a vontade de continuar ali é nenhuma. Vou ter que me esforçar o máximo possível mais seis meses que é o término do meu contrato e vou ver se arranjo outra coisa para me dar um rendimento. 

Não sou nem de perto nem de longe uma pessoa como ela. Não tenho aquilo que se chama um método de trabalho e a motivação ficou de rastos. Provavelmente terei mais um contrato de um ano, mas terei de ponderar muito bem os prós e os contras da minha situação.

Vou já dizer aqui que não estou a ser mal agradecida com tudo aquilo que consegui, sinto que amadureci mas também envelheci muito nestes dois anos.

Não me sinto muito feliz neste preciso momento. 

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O meu sitema nervoso parece uma bomba.

Maio 09, 2019

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E de repente sinto-me insegura, insegura das minhas capacidades. Eu, que sempre trabalhei no ramo há já 20 anos, sempre fiz isto, sempre trabalhei no comércio. Não sei o que se passa comigo mas agora sempre que faço o meu dia de armazém fico nervosa, insegura, cheia de ansiedade. Eu penso que estou a fazer as coisas da maneira mais correta mas não. Tenho o meu "timming" e quando cumpro alguma tarefa eu tento fazer da melhor maneira possível, mas não é o que acontece. Os nervos começam a crescer por dentro, o coração parece que congela, e os olhos começam a encherem-se de água, eu tento controlar tudo que se passa dentro de mim só para não dar a parte fraca. Entro em pânico muito rápido com receio de que no futuro todas estas asneiras cometidas sejam pontos contra a minha continuação na empresa.

ansiedade-crise.jpg

 

Começo a pensar de que não sou grande coisa naquilo que faço. 

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O que eu vejo nos transportes

Janeiro 23, 2019

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Estamos em pleno mês de Janeiro e vejo coisas que se fosse em Agosto a coisa não ía correr muito bem.

Hoje na plataforma do comboio enquanto espero passa à minha frente um rapaz todo bem arranjado mas com a cara inchada de sono o cabelo parecia um ninho de ratos. É claro que fiz uma análise, saiu disparado da cama, vestiu "qui çá" a mesma roupa de ontem e veio para a rua.

Homens deste Portugal, tomem um banho antes de irem trabalhar, quem diz homens também se aplica ao sexo oposto.

Não há nada mais desagradável de quando passam em algum lado e o cheiro nauseabundo impestar os narizes alheios.

 

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De volta à labuta.

Janeiro 15, 2019

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Hoje regresso ao trabalho, depois de três semanas a descansar um dedo partido,(foi só a falange coisa pouca).

Não consigo fechar a mão na totalidade mas enfim. Não me posso queixar na medida que já estou tão relaxada que já passei à fase extra zen. É claro que não vou andar a fazer movimentos bruscos, de vagarinho eu volto à rotina. 

Tou pronta para enfrentar as clientes malucas, mal educadas e sem noção. 

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